Escola orienta alunos e pais sobre prevenção na atual realidade de jogos como “Baleia Azul” e “13 Reasons Why”

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Há alguns dias, dois assuntos nas redes sociais estão chamando a atenção dos adolescentes, dos educadores e dos noticiários: o jogo “Baleia Azul”, que contém 50 desafios envolvendo automutilação e atividades de risco, sendo o último deles tirar a própria vida: só assim o participante ganha o jogo, e a série do Netflix, intitulada “13 Reasons Why” (Treze razões do porquê). Diante da importância do assunto, o NEC/Pinguinho de Gente realiza um encontro no dia 02 de maio com os pais, os alunos participaram de uma reunião na quarta 28/04, com a presença da psicóloga Patrícia Mota e do especialista em segurança em internet, Rodrigo Jorge.
Na adolescência é sempre tudo ou nada, logo, cuidar da prevenção e de cuidados visando orientar os filhos sobre esses temas se faz cada vez mais necessário. “Estamos vivendo em uma época que compreender e dialogar está algo cada vez mais distante, principalmente com o advento da vida virtual. O encontro é de grande importância, pois serão abordados temas que estão à tona, assuntos tabus como suicídio, tanto no jogo baleia azul, como na série 13 Reasons Why”, explica a psicóloga Patrícia Mota.
Acompanhando as discussões na mídia sobre o tema e com a observação de que muitas vezes os adolescentes podem estar suscetíveis às regras impostas por grupos em redes sociais, como por exemplo, ser sempre o melhor, ir em frente, ignorar dores e se tornar autossuficiente, o NEC/Pinguinho de Gente vai abordar e orientar os educandos, com o objetivo de proteger e afastá-los desta realidade que assusta famílias, instituições e governo.
“Todos os envolvidos precisam estabelecer diálogos sobre o tema, abordar com seriedade o assunto, sem o receio em conversar os temas, pois por vezes se acredita que manter algo em silêncio é a melhor forma de esquecermos um assunto, no entanto, sabemos que conversar e esclarecer são caminhos que orientam quem está em uma idade de transição como os adolescentes”, conclui Patrícia Mota.

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