O juiz da 3ª Vara Criminal de Natal, Ricardo Procópio, decidiu suspender a ação penal da qual é réu o servidor do Ministério Público do RN Guilherme Wanderley Lopes da Silva, autor da ação que atentou contra três promotores em março, incluindo o procurador-geral de Justiça.
A decisão foi tomada como consequência da determinação para que seja apurada a sanidade mental do atirador.
Pelo Código Penal, são inimputáveis não cometem crime, mas podem ter sanções penais, como medidas de segurança cautelares.
Em 19 de maio, Guilherme será submetido à perícia médica no processo administrativo instaurado pelo Conselho Nacional do Ministério Público.
O resultado será aproveitado no processo do Judiciário local para concluir se o servidor tem ou não problemas psiquiátricos.

